quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Férias.........
Enfim Férias.......Mas está muito enganado quem pensa q vamos descançar!!
Não se esqueçam de fazer o resumo de 30 páginas da apostila "O que é teatro".....minhas mãos já ta até doendo...
Boas férias pra todos!!!!!!
Não se esqueçam de fazer o resumo de 30 páginas da apostila "O que é teatro".....minhas mãos já ta até doendo...
Boas férias pra todos!!!!!!
Palco Aberto
Foi tudo de bom.........teve apresentações maravilhosas...
Foi o melhor dia que já tivemos no Valores De Minas
Foi o melhor dia que já tivemos no Valores De Minas
Semana com as Artes Plásticas
Dia 09-07-2010 (sexta-feira)
Hoje é o dia da apresentação!!!
Chegamos na sala e treinamos a cena que tinhamos decidido.Passamos o dia inteiro ensaiando, e quando deu 16:40 apresentamos a cena para todo o valores!!
Foi ótima a semana, a apresentação foi linda e tudo deu certo...ate pediram mais....
Semana com as Artes Plásticas
Dia 08-07-2010 (quinta-feira)
Hoje finalizamos o monstro e o herói!!!!!!!
O grupo trabalhou muito bem, tanto o monstro quanto o herói ficaram ótimos,e o mais importante,todos trabalharam juntos!
No final da aula decidimos oque iriamos fazer para a cena ficar legal.
OBS:vamos apresentar uma cena usando o monstro e o herói de sucata amanhã!
Hoje finalizamos o monstro e o herói!!!!!!!
O grupo trabalhou muito bem, tanto o monstro quanto o herói ficaram ótimos,e o mais importante,todos trabalharam juntos!
No final da aula decidimos oque iriamos fazer para a cena ficar legal.
OBS:vamos apresentar uma cena usando o monstro e o herói de sucata amanhã!
Semana com as Artes Plásticas
Dia 07-07-2010 (quarta-feira)
Hoje é o segundo dia de trabalho com as Artes Plásticas. Começamos a montar os monstros e heróis de sucata.
Acho que hoje meu grupo se saiu muito bem, todos concordaram como iria ficar o monstro e o herói, enfim, todos trabalharam juntos,sem tentar ser melhor que o outro!
Adoreiii...
Hoje é o segundo dia de trabalho com as Artes Plásticas. Começamos a montar os monstros e heróis de sucata.
Acho que hoje meu grupo se saiu muito bem, todos concordaram como iria ficar o monstro e o herói, enfim, todos trabalharam juntos,sem tentar ser melhor que o outro!
Adoreiii...
Semana com as Artes Plásticas
Dia 06-07-2010 (terça-feira)
Começamos hoje a fazer aulas junto com o pessoal das Artes Plásticas!!!
Chegamos na sala de Artes Plásticas e andamos pelo espaço,depois fechamos os olhos e imaginamos que estavamos em casa sozinhos,a luz tinha acabado e escutavamos uma voz desconhecida dentro de casa. Então imaginamos um monstro, e depois a gente construiu esse monstro, então fizemos um boneco de pano.
Ficou maravilhosos todos os bonecos!!!!!!!!
Começamos hoje a fazer aulas junto com o pessoal das Artes Plásticas!!!
Chegamos na sala de Artes Plásticas e andamos pelo espaço,depois fechamos os olhos e imaginamos que estavamos em casa sozinhos,a luz tinha acabado e escutavamos uma voz desconhecida dentro de casa. Então imaginamos um monstro, e depois a gente construiu esse monstro, então fizemos um boneco de pano.
Ficou maravilhosos todos os bonecos!!!!!!!!
domingo, 4 de julho de 2010
Pitty - Medo
Medo
Pitty
Composição: Pitty
Medo, escorre entre os meus dedos
Entre os meus dedos
Eu lambo os dedos
E saboreio meu próprio medo
Medo, escorre entre os meus dedos
Entre os meus dedos
Eu lambo os dedos
E saboreio meu próprio medo
Medo de ter, medo de perder
Cada um tem os seus
E todos tem alguns
Suando frio, as mãos geladas
Coração dispara até sufocar
Só trememos por nós mesmos
Ou por aqueles que amamos
Homem que nada teme
É homem que nada ama
Medo, escorre entre os meus dedos
Entre os meus dedos
Eu lambo os dedos
E saboreio meu próprio medo
Paranóia hi tech é sindrome
Contagioso, manipulador
Antiga batalha:
O homem e seu pavor
Nocivo se paralisa
Só trememos por nós mesmos
Ou por aqueles que amamos
Homem que nada teme
É homem que nada ama
Se corre o bicho pega
Se fica o bicho come (3x)
Medo, escorre entre os meus dedos
Entre os meus dedos
Eu lambo os dedos
E saboreio meu próprio medo
Medo, escorre entre os meus dedos
Entre os meus dedos
Eu lambo os dedos
E saboreio meu próprio medo
Medo, escorre entre os meus dedos
Entre os meus dedos
Eu lambo os dedos
E saboreio meu próprio medo
Medo, escorre entre os meus dedos
Entre os meus dedos
Eu lambo os dedos
E saboreio meu próprio medo
Os doze passos do héroi .
Um mito começa com o herói em seu próprio ambiente.
2- A CHAMADA PARA A AVENTURA
Um problema ou desafio é apresentado e irá perturbar o mundo habitual do protagonista.
3- O HERÓI RELUTANTE
O herói frente à aventura. Ele enfrenta seus medos em relação ao desconhecido.
4- O VELHO SÁBIO
O herói consegue um mentor, que ajuda o herói a tomar a decisão certa, mas o herói precisa empreender a jornada sozinho.
5- DENTRO DO MUNDO ESPECIAL
O herói toma a decisão de comprometer-se com a aventura e deixa seu mundo familiar para trás, para entrar num mundo especial de problemas e desafios.
6- TESTE, ALIADOS E INIMIGOS
O herói enfrenta os aliados de seus oponentes, assim como a sua própria fraqueza, e inicia o trabalho enquanto lida com as consequências de suas ações.
7- A CAVERNA SECRETA
O herói entra no lugar de maior perigo, o mundo do antagonista.
8- A PROVAÇÃO SUPREMA
O momento sombrio ocorre. O herói precisa encarar um fracasso crítico, uma derrota aparente, a partir da qual ele irá adquirir sabedoria ou habilidade para ser bem-sucedido no final.
9 – APODERANDO-SE DA ESPADA
O herói ganha poder. Com seu novo conhecimento ou maior capacidade, ele agora pode derrotar as forças hostis do antagonista.
10- A ESTRADA DE VOLTA
O herói volta para seu mundo habitual. Ainda há perigos e problemas enquanto o antagonista e seus aliados perseguem o herói e tentam evitar que ele escape.
11- RESSURREIÇÃO
O herói é espiritualmente ou literariamente renascido e purificado por sua provação, enquanto ele se aproxima do limiar do mundo habitual.
12- RETORNO COM O ELIXIR
O herói retorna ao mundo habitual com o tesouro que irá curar seu mundo e restaurar o equilíbrio que estava perdido.
retirado do blog da: Luciana Chaves - Teatro Valores De Minas 2010
2- A CHAMADA PARA A AVENTURA
Um problema ou desafio é apresentado e irá perturbar o mundo habitual do protagonista.
3- O HERÓI RELUTANTE
O herói frente à aventura. Ele enfrenta seus medos em relação ao desconhecido.
4- O VELHO SÁBIO
O herói consegue um mentor, que ajuda o herói a tomar a decisão certa, mas o herói precisa empreender a jornada sozinho.
5- DENTRO DO MUNDO ESPECIAL
O herói toma a decisão de comprometer-se com a aventura e deixa seu mundo familiar para trás, para entrar num mundo especial de problemas e desafios.
6- TESTE, ALIADOS E INIMIGOS
O herói enfrenta os aliados de seus oponentes, assim como a sua própria fraqueza, e inicia o trabalho enquanto lida com as consequências de suas ações.
7- A CAVERNA SECRETA
O herói entra no lugar de maior perigo, o mundo do antagonista.
8- A PROVAÇÃO SUPREMA
O momento sombrio ocorre. O herói precisa encarar um fracasso crítico, uma derrota aparente, a partir da qual ele irá adquirir sabedoria ou habilidade para ser bem-sucedido no final.
9 – APODERANDO-SE DA ESPADA
O herói ganha poder. Com seu novo conhecimento ou maior capacidade, ele agora pode derrotar as forças hostis do antagonista.
10- A ESTRADA DE VOLTA
O herói volta para seu mundo habitual. Ainda há perigos e problemas enquanto o antagonista e seus aliados perseguem o herói e tentam evitar que ele escape.
11- RESSURREIÇÃO
O herói é espiritualmente ou literariamente renascido e purificado por sua provação, enquanto ele se aproxima do limiar do mundo habitual.
12- RETORNO COM O ELIXIR
O herói retorna ao mundo habitual com o tesouro que irá curar seu mundo e restaurar o equilíbrio que estava perdido.
retirado do blog da: Luciana Chaves - Teatro Valores De Minas 2010
domingo, 20 de junho de 2010

O Labirinto Do Fauno
O filme tem como cenário a Guerra Civil Espanhola e narra a história de uma menina, Ofélia, que parte com a mãe para um acampamento militar onde seu novo marido, um sanguinário capitão franquista, combate rebeldes anarquistas e republicanos escondidos na floresta. Nesse cenário violento, Ofélia encontra um labirinto onde vive um fauno. O Fauno, após examiná-la, afirma ser ela a princesa desaparecida do reino subterrâneo do qual o labirinto é apenas o portal. Para conseguir obter a volta para seu mundo, Ofélia é, então, obrigada a executar três tarefas dadas pelo Fauno, em um filme que mistura fantasia com realidade.
sábado, 19 de junho de 2010

Origens da arte teatral
O antigo teatro de Delfos (Grécia).Existem várias teorias sobre a origem do teatro. Segundo Brockett, nenhuma delas pode ser comprovada, pois existem poucas evidencias e mais especulações. Antropologistas ao final do século XIX e no início do XX, elaboraram a hipótese de que este teria surgido a partir dos rituais primitivos (History of Theatre. Allyn e Bacon 1995 pg. 1). Outra hipótese seria o surgimento a partir da contação de histórias, ou se desenvolvido a partir de danças, jogos, imitações. Os rituais na história da humanidade começam por volta de 80.000 anos AC.
O primeiro evento com diálogos registrado foi uma apresentação anual de peças sagradas no Antigo Egito do mito de Osíris e Ísis, por volta de 2500 AC (Staton e Banham 1996 pg. 241), que conta a história da morte e ressurreição de Osíris e a coroação de Horus ( Brockett, pg. 9). A palavra 'teatro' e o conceito de teatro, como algo independente da religião, só surgiram na Grécia de Psístrato (560-510AC), tirano ateniense que estabeleceu uma dinâmica de produção para a tragédia e que possibilitou o desenvolvimento das especificidades dessa modalidade. As representações mais conhecidas e a primeira teorização sobre teatro vieram dos antigos gregos, sendo a primeira obra escrita de que se tem notícia, a Poética de Aristóteles.
Aristóteles afirma que a tragédia surgiu de improvisações feitas pelos chefes dos ditirambos, um hino cantado e dançado em honra a Dioniso, o deus grego da fertilidade e do do vinho. O ditirambo, como descreve Brockett, provavelmente consistia de uma história improvisada cantada pelo líder do coro e um refrão tradicional, cantado pelo coro. Este foi transformado em uma "composição literária" por Arion (625-585AC), o primeiro a registrar por escrito ditirambos e dar a eles títulos.
As formas teatrais orientais foram registradas por volta do ano 1000 AC, com o drama sânscrito do antigo teatro Indu. O que poderíamos considerar como 'teatro chinês' também data da mesma época, enquanto as formas teatrais japonesas Kabuki, Nô e Kyogen têm registros apenas no século XVII DC.
O antigo teatro de Delfos (Grécia).Existem várias teorias sobre a origem do teatro. Segundo Brockett, nenhuma delas pode ser comprovada, pois existem poucas evidencias e mais especulações. Antropologistas ao final do século XIX e no início do XX, elaboraram a hipótese de que este teria surgido a partir dos rituais primitivos (History of Theatre. Allyn e Bacon 1995 pg. 1). Outra hipótese seria o surgimento a partir da contação de histórias, ou se desenvolvido a partir de danças, jogos, imitações. Os rituais na história da humanidade começam por volta de 80.000 anos AC.
O primeiro evento com diálogos registrado foi uma apresentação anual de peças sagradas no Antigo Egito do mito de Osíris e Ísis, por volta de 2500 AC (Staton e Banham 1996 pg. 241), que conta a história da morte e ressurreição de Osíris e a coroação de Horus ( Brockett, pg. 9). A palavra 'teatro' e o conceito de teatro, como algo independente da religião, só surgiram na Grécia de Psístrato (560-510AC), tirano ateniense que estabeleceu uma dinâmica de produção para a tragédia e que possibilitou o desenvolvimento das especificidades dessa modalidade. As representações mais conhecidas e a primeira teorização sobre teatro vieram dos antigos gregos, sendo a primeira obra escrita de que se tem notícia, a Poética de Aristóteles.
Aristóteles afirma que a tragédia surgiu de improvisações feitas pelos chefes dos ditirambos, um hino cantado e dançado em honra a Dioniso, o deus grego da fertilidade e do do vinho. O ditirambo, como descreve Brockett, provavelmente consistia de uma história improvisada cantada pelo líder do coro e um refrão tradicional, cantado pelo coro. Este foi transformado em uma "composição literária" por Arion (625-585AC), o primeiro a registrar por escrito ditirambos e dar a eles títulos.
As formas teatrais orientais foram registradas por volta do ano 1000 AC, com o drama sânscrito do antigo teatro Indu. O que poderíamos considerar como 'teatro chinês' também data da mesma época, enquanto as formas teatrais japonesas Kabuki, Nô e Kyogen têm registros apenas no século XVII DC.
Stardust

O jovem Tristan (Charlie Cox) tenta conquistar o amor da bela e fria Victoria (Sienna Miller) indo em busca de uma estrela cadente. A jornada o leva a uma terra esquecida e misteriosa, além dos muros da cidade. Porém Tristan não é o único atrás da estrela cadente. Os quatro filhos do rei de Stormhold (Peter O'Toole) e os espíritos de seus três filhos já falecidos também estão atrás dela, assim como a feiticeira Lamia (Michelle Pfeiffer), que deseja usá-la para recuperar a juventude. Para enfrentar todos estes concorrentes Tristan precisará ganhar o amor da estrela, que se transformou em uma garota chamada Yvaine (Claire Danes).
O Grande Mentecapto
O Grande Mentecapto é um romance do escritor brasileiro Fernando Sabino publicado em 1979.
O livro narra as aventuras de Geraldo Viramundo, espécie de Dom Quixote brasileiro, que percorre Minas Gerais.
O início do livro mostra que Geraldo foi um menino como qualquer outro, tivera suas maluquices e peraltices, porém a história ganha mais vida quando ele faz uma aposta com seus amigos dizendo que conseguiria fazer o trem parar em seu município, visto que Rio Acima (a cidade do menino) não era parada dele. A partir das consequências desta aposta é que a história de Geraldo Viramundo se desenvolve.
O livro foi adaptado ao cinema por Oswaldo Caldeira em 1989, com com o mesmo nome
O livro narra as aventuras de Geraldo Viramundo, espécie de Dom Quixote brasileiro, que percorre Minas Gerais.
O início do livro mostra que Geraldo foi um menino como qualquer outro, tivera suas maluquices e peraltices, porém a história ganha mais vida quando ele faz uma aposta com seus amigos dizendo que conseguiria fazer o trem parar em seu município, visto que Rio Acima (a cidade do menino) não era parada dele. A partir das consequências desta aposta é que a história de Geraldo Viramundo se desenvolve.
O livro foi adaptado ao cinema por Oswaldo Caldeira em 1989, com com o mesmo nome
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